Alana, ainda tonta pelo álcool, apoiou-se no peito de Juan. Sua respiração quente, misturada ao leve aroma da bebida, roçava contra a pele dele.
Ela ergueu a mão devagar e, com os dedos suaves, traçou pequenos círculos na camisa dele antes de cutucar seu peito:
— Juan… por que você é tão alto assim?
Os olhos de Juan escureceram ligeiramente, sua garganta se movendo com um engolir discreto. Sua voz saiu baixa e rouca:
— Você está bêbada.
— Eu não estou bêbada!
Alana protestou com um biquinho manh