Jhon saiu da clínica com o envelope nas mãos como se estivesse carregando algo vivo.
Algo que respirava.
Algo que, a qualquer momento, poderia explodir dentro dele.
O papel parecia leve.
Mas o peso… era insuportável.
Ele entrou no carro sem dizer nada, fechou a porta com mais força do que o necessário e ficou ali, parado, olhando para o volante. O envelope descansava no banco ao lado.
Intacto.
Fechado.
Quase provocando.
— Não… — murmurou, passando a mão no rosto.
Não era negação simples.
Era re