POR LORENA
— Devo estar louca! — falei comigo mesma, ao chegar no endereço indicado, pontualmente às 12h30. Era uma casa grande, de dois andares, pintada de cinza, com altos muros e cerca elétrica. Se não fosse pela música alta e os risos estridentes ao fundo, eu teria pensado que estava no endereço errado.
Toquei a campainha, e um rapaz de pele escura e cabelos curtos abriu a porta metálica branca. Vestia apenas uma bermuda azul-escuro com uma listra amarela em ambos os lados. Não havia dúvida