Kilian me observava com uma expressão altiva e arrogante, até que bebeu mais de sua bebida e rosnou:
— Acha que sou cego? Estou vendo a marca de rastreadora em seu pescoço!
Ao ouvir seus gritos, recuei no sofá, meu coração dando um salto enquanto meu olhar vagou para a porta. Havia uma esperança em meu coração que a qualquer momento Marius entraria pela porta e eu me sentiria segura novamente.
Mas os minutos passavam e ele não voltava, eu precisava encarar a realidade.
Se Kilian quisesse me mat