JANE
Eu me debatia de modo incontrolável e só conseguia pensar em Marius e o quanto eu me arrependia.
Queria pedir perdão a ele, queria olhar em seus olhos de jaspe e dizer a ele que tinha razão, que fui tola e imatura.
O meu desespero por saber do meu passado e das minhas origens haviam me trazido até aqui, minha impulsividade me colocado em risco.
A loba rancorosa e dona daquele lugar que agora eu sabia que era uma casa de prostituição, sorriu um sorriso maligno para mim e saiu do quarto.