Vespas voam dentro de mim. Eu sinto seu ponzona sendo cravado dentro de mim, o ferrão deixou um terrível ardor na boca do meu estômago. Procuro no silêncio um refúgio impenetrável, quero deixar de sentir estilhaços na pele, a dor desapaciável que me arrasta para um lugar inexistente.
Falta pouco, ainda a prisão perpétua não se foi.
E já me consumi.
Ele me prendeu de diferentes maneiras com sua vorticidade, foram tantas turbulências que preciso de ar, força, coragem para me armar de uma vez por