Luiza ficou atônita, olhando para a mão dele. Seus dedos longos envolviam a mão delicada dela, uma cena muito íntima.
Mas ela sabia que não deveria se deixar levar.
Seu olhar escureceu, estava prestes a retirar a mão quando ouviu ele dizer:
- Fique comigo um pouco.
Luiza olhou para ele.
Na luz fraca, Miguel apertou a mão dela e disse com a voz rouca:
- Minha cabeça dói, não solte minha mão.
Luiza ficou um pouco atordoada.
De repente, uma luz brilhou diante de seus olhos, seguida pelo som estride