Miguel virou a cabeça, com uma expressão grave. Apenas ao olhar para o rosto dela, sabia que ela já tinha visto as notícias. Com a voz pesada, disse:
— O Centro de Desenvolvimento Infantil no norte da cidade sofreu um atentado.
— Eu sei! — Luiza deu dois passos à frente, a voz trêmula. — Vocês vão para lá agora?
Com medo de que ela caísse, Miguel se aproximou rapidamente para segurá-la e disse:
— Não se exalte. Já enviei uma equipe para lá. Agora eu vou pessoalmente.
— Eu também quero ir. — Luiz