Felipinho gritou algo, depois abaixou a cabeça e voltou a brincar com Maria. Maria também sorriu e gritou docemente:
— Tia Luiza!
Luiza, vendo as duas crianças brincando bem, decidiu não interromper e seguiu Priscila até a sala de jantar, elogiando:
— A Maria é uma gracinha.
— Ela é bem fofa. — Ao mencionar Maria, o rosto habitualmente frio de Priscila esboçou um leve sorriso.
— Filhas são mesmo um presente, tão carinhosas. — Luiza suspirou com admiração.
Priscila sorriu suavemente:
— O Fe