Capítulo 38 — “NOSSA FAMÍLIA PRA SEMPER”.
POV LIANNA
O sol do fim da tarde batia de lado nos prédios de Genebra, aquele dourado preguiçoso que sempre parecia bonito demais pro tanto de caos que existia dentro das pessoas. Eu estava ali, parada na calçada, quase sem conseguir sentir minhas pernas.
Meu corpo vibrava com a exaustão de trinta e seis horas seguidas dentro do hospital. O cheiro de café velho ainda grudado no jaleco. A cabeça pesada. A alma… nem sei. A alma estava num um estado intermediário entre colapso e anestesia.
Eu só