São cartas minhas para Kevin, e cartas dele para mim que eu vejo dentro da caixa simples de papelão. Há tantas, que fico deslumbrada lendo uma por uma. E quando me dou conta, já se passaram quase uma hora.
— Meu Deus!! Kevin não mentiu, eu realmente estive em sua infância.
Quando sussurro para mim mesma, ouço batidas na minha porta e a voz de minha mãe em seguida.
— Maia, posso entrar?
— Claro, mamãe. Está aberta.
Mamãe senta ao meu lado da cama, e sorri ao ver as cartas espalhadas por toda a m