Mundo de ficçãoIniciar sessãoDesde então evito namoros e meus encontros casuais, Preenchiam minha sede sexual. E Luna passou a preencher o vazio que eu senti ao perceber que Gloria não era Inácio, que não existia mais Inácio. Ainda doído pensar na distância que ainda temos. Porra, ele é meu gêmeo! Ou era. Sei lá. Fiz as vontades de Luna e acompanhei ela, encontrando Gloria e Erica Sena, outra amiga transgênero de Gloria. Elas estavam com um grupo de dez ou doze pessoas gays e tudo me deixou com dor de cabeça. O lugar era bonito, mas chovendo pra cacete, músicas eletrônicas estrondosas e depois de beber um litro de uísque
Luna me irritou bastante ao agarrar minhas bolas e colocar tequila na minha soda. Eu gosto dela como amiga e percebi naquele bar idiota que ela queria trepar comigo. Todas as tentativas que eu pude, eu fiz para fugir de seu assédio, e uma oportunidade boa surgiu quando um ator a convidou para dançar e ela aceitou. Quando ela se afastou bastante, me esgueirei para a cozinha, que era estranha e apertada, tinha muitas pessoas agitadas com os artistas dançando na pista. Um dos garçons me indicou uma porta lateral e quando saí, uma rajada de vento refrescou meu corpo e dei uma volta para resfriar a cabeça. Avistei um corredor para uma área aberta e saí, observei o céu, onde caía uma chuva amena e com raios e trovões fortes, sentei num canto me sentindo mais em paz. Me virei para olhar a rua e me molhei todo de chuva. Quando me afastei para a área coberta, tinha uma moça retirando os sapatos, sentou e mexeu no cabelo. Ela era linda. Seios grandes, corpo atlético, pernas longas e pés delicados que sacudiram suspensos no ar, tendo ela esticado as pernas. Ela não me viu, claro. Eu estava com um terno escuro, uma máscara de esqui preta, com abertura para os olhos e a boca. E estava distante uns dez passos. Me acomodei melhor para observá-la. Eu tinha o hábito de observar as pessoas oculto e observá-la massageando os pés foi excitante. Quando ela pendurou a máscara, virou de lado, não pude ver seu rosto, seus traços, apenas o cabelo curto e a linha do seu pescoço. Seu vestido preto cobria os ombros e braços, ocultando sua pele, o vestido delineia suas curvas e seu movimento seguinte deixou-me atordoado de tesão. Ela levantou a saia expondo as coxas e esticou para a chuva. Ela usava uma meia com ligas e suas mãos brincavam com a barra do vestido. Nossa que Sexy! Devo ter batido o pé no chão distraído ao tentar acomodar a ereção, ela se assustou, colocou a máscara e se virou para me ver. *** O casal passou um longo momento se encarando e Patrícia fez o primeiro movimento cruzando os braços e perguntando: — Ah, desculpe, eu não o vi chegar. Quer... Quer ajuda com algo do bar? Gabriel se aproxima e diz: — Olá... Hum... Não, não tenho interesse em voltar para lá. Eu só…quero uma pausa do barulho Patrícia se acomoda na mureta em dúvida você deveria retornar aos seus afazeres. Notando o olhar para o corredor, Gabriel se adianta e se apresenta: — Meu nome é Gabriel. Estou querendo permanecer mais tempo aqui, tudo bem se dividirmos o espaço? Sorrindo, Patrícia respondeu. — Olá. Eu sou Patrícia, e sou organizadora do evento. Gabriel percebeu que a conhecia, tinha certeza de ela não o reconheceu. A máscara ocultou bem sua identidade. — Logo vou precisar voltar lá, isso se o meu bipe não tocar antes. — Ela completa se acomodando, e mostrando a credencial dela, confirmando sua suspeita. Estou em dúvida sobre revelar que a conheço. Patricia Mascavo. Ela foi namorada do meu amigo Cicero por 2 anos. Um namoro da faculdade em Coimbra. Ela era bolsista e estava fazendo intercâmbio, Cicero era galanteador e constantemente a traía com colegas. Até ela descobrir suas escapadas e terminou, Cicero ficou arrasado. Ele disse que a amava, mas que não conseguia ser amante de uma única mulher.Eu a consolei na época, apesar de ter sido o amigo do traidor, era amigo dela também. Então Cicero com ciúme contou a ela as vezes em que acobertei as escapadas dele. Ela ficou com raiva de mim e não mais falou comigo. Sua voz doce continua igual. Eu senti uma atração por ela, mas como ela se interessou por Cicero, eu suprimi o desejo. Hoje novamente eu estou a desejando. Ela se vira pra mim: — Bem, quando eu sair o lugar volta a ser todo seu. — Mas agora que está aqui este será o nosso momento então. Eu respondo me aproximando e tirando a paletó, roçando suas costas. Ela estremeceu com o contato me fazendo sorrir e me deixando mais excitado. Coloquei o paletó de lado e perguntei: — Você... Tem namorado? — Não. — Nossa, foi bem rápida sua resposta. — Bem, normalmente no trabalho somente funcionários e fornecedores me fazem esse tipo de pergunta. — E isso é bom? — É tranquilo. Geralmente é para comunicar suas esposas ou namoradas. — E nenhum convidado teve interesse em você? — Hum, claro que têm interesse, mas normalmente eles estão bêbados para serem levados a sério. — Não me leva a sério, é isso? — Você não parece estar bêbado. — Não estou. Está me levando a sério? — Bem... — Vamos lá! Me responde! — Por Que insiste? —Quero te perguntar algo sério. — Então pergunta. — Posso te beijar? Patrícia ficou desconcertada. O que deveria fazer? Dispensá-lo? Levar na brincadeira? Sair correndo? Na indecisão optou por levar na brincadeira. "Lembre-se, Patrícia. Ele está se divertindo, mas você está aqui trabalhando." Assumiu sua postura profissional e quando ia falar, ele beijou-lhe inesperadamente. Segurando suas costas e aprofundando mais o beijo, roçou a língua nos seus dentes, no céu da boca e ao passar em sua lingua, sentiu-se amolecer, permitindo que ele deslizasse as mãos por suas costas e segurasse sua cabeça, acomodando-a em seu abraço e puxando-a para e canto da cobertura, que se separam para respirar, Gabriel segurou sua bunda e com a proximidade, Patrícia pôde sentir sua masculinidade rígida e quente em sua barriga, tomando novamente seus lábios em um beijo demorado e pressionando totalmente seu corpo ao dela moldando as curvas femininas e macias com suas mãos, o fogo da urgência pulsando em sua virilha, ameaçando seu autocontrole.






