Sean já estava acostumado ao entra e sai do prédio do Grupo Thronike. Executivos ansiosos, estagiários com olhos arregalados, jornalistas farejando qualquer novidade. O mármore do hall principal refletia não apenas as luzes frias do teto, mas também o ritmo calculado do império familiar que ele ajudava a sustentar.
Era mais um dia comum — até não ser.
Sean saía do elevador quando trombou com uma jovem de vestido creme e passos apressados. A pasta de couro que ela carregava escorregou das mãos,