A letra de Diana era pequena e firme, ele a observou bem para ter certeza de que não era de Helena.
Adrian leu devagar. Depois releu.
Ficou parado diante da mesa de centro por um tempo que não soube medir, a mala ainda no hall, o casaco jogado sobre o braço, o cansaço de horas de voo completamente esquecido. A carta estava aberta sobre uma pasta cheia de documentos — ele podia ver pelas bordas papéis antigos, timbres de empresas que não reconhecia, correspondências com datas de décadas atrás. N