Helena tocou a voz que Luna havia escrito para ela — mais simples, mais direta, aquela qualidade de quem estabelece o fundamento sobre o qual a outra voz pode se mover com liberdade. Luna tocou a voz da melodia original, mas expandida, com variações que eram completamente dela e que ao mesmo tempo eram completamente Diana, aquela impossibilidade que a música às vezes consegue de ser duas coisas ao mesmo tempo sem contradição.
No meio da melodia, Helena sentiu as lágrimas chegarem e não fez nada