81. Onde a merda começou a feder
Lucas Park
Os seguranças do bar se aproximaram. Senti a mão de Jullian apertando meus ombros, um aviso silencioso de que era hora de parar. Não por falta de vontade, mas por necessidade. Se eu levar isso adiante, não haveria volta. Soltei Castillo, mas com relutância, como um predador ordenou a abertura da mão da presa.
Ele se levantou devagar, se recompondo com aquela calma doentia que só me deixou mais enfurecido. O sangue escorria da boca e do nariz, manchando sua paleta elegante,