Mundo de ficçãoIniciar sessãoGabrielle Goldman
Eu não precisava da compaixão dela. Não precisava da sua compreensão. E, com certeza, não precisava ouvir da boca de uma estranha a acusação que eu mesma repetia em silêncio toda maldita noite. Até ela conseguia ver que, o que quer que fosse que tínhamos, não era o suficiente para me fazer escolhe-lo. E agora me acusava, o defendia, como uma mãe faria.
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