O som do meu próprio sangue ecoou nos ouvidos.
Olhei para ele de verdade. Para o contorno do maxilar, para o formato dos olhos. Para aquela cicatriz pequena perto da sobrancelha direita.
Minha respiração falhou.
Levantei-me abruptamente, as mãos indo para a boca.
Dei um passo para trás.
— Não… — a palavra saiu sem voz. — Não…
As lágrimas começaram a cair antes mesmo que eu entendesse completamente.
— João? — meu corpo tremia. — João… o meu irmão?
Ele se levantou também, mas parou quando percebe