Acordei já perto do meio-dia, sentindo o corpo inteiro dolorido de um jeito deliciosamente bom. Por alguns segundos fiquei apenas deitada, encarando o teto com um sorriso preguiçoso nos lábios, revivendo cada momento da noite anterior.
Victor já não estava na cama, mas ainda parecia estar em cada parte de mim.
Quando me levantei e caminhei até o espelho, acabei prendendo a respiração ao me olhar.
Meu pescoço carregava as marcas dos dedos dele. Havia pequenos hematomas espalhados pelos meus b