O salão principal da mansão Moretti estava em silêncio absoluto, quebrado apenas pelo som das chamas na lareira. Gustavo, o homem que se sentava no trono de Frederico, estava pálido. Vanessa, a mulher que jurou amor eterno antes de cravar a faca, tremia, mas seus olhos ainda brilhavam com malícia.
— Frederico... você deveria ter continuado no bueiro — Gustavo cuspiu, sacando uma arma.
— E você deveria ter se certificado de que eu estava morto, Gustavo. Porque um fantasma não tem nada a perder —