Durante muito tempo, repetir parecia necessário.
Repetir o que funcionava.
Repetir o que evitava erro.
Repetir o que trazia resultado.
Como se a repetição fosse a forma mais segura de manter algo funcionando.
—
E, por um tempo… foi.
—
Mas agora… não mais.
—
Na cidade, algo começou a mudar de forma silenciosa.
O que funcionava… não era mais repetido da mesma forma.
—
Não por rejeição.
Não por rebeldia.
—
Mas porque simplesmente… não se encaixava mais igual.
—
Na rua, alguém fez algo que já tinha