Nem toda percepção precisava virar ação.
—
Esse foi o próximo entendimento.
—
Na cidade, algo aconteceu.
—
Uma decisão foi tomada de forma rápida.
Automática.
—
Helena viu.
—
Antes, ela teria interrompido.
Criado uma pausa.
Questionado.
—
Mas não fez.
—
Ela apenas observou.
—
E deixou seguir.
—
—
Minutos depois…
alguém revisou.
—
Sem ser provocado.
Sem estímulo externo.
—
Apenas… percebeu.
—
E ajustou.
—
—
Na redação, Helena respirou fundo.
—
— Eu não precisei…
—
—
E aquilo não era omissão.
—
E