Isabella não marcou reunião por telefone.
Ela enviou mensagem direta.
Para Luna.
Sem intermediários.
Sem advogado.
Sem assessoria.
“Precisamos conversar. Pessoalmente. Hoje.”
Luna leu a mensagem três vezes.
Adrian estava ao lado dela na biblioteca.
— Você não vai — ele disse imediatamente.
Ela não respondeu de imediato.
— Eu vou.
Silêncio pesado.
— Isso é armadilha emocional — ele continuou.
— Não — ela respondeu com calma. — Isso é desespero estratégico.
Ele a encarou com atenção.
— Sozinha?