Os dedos de Elias apertavam o tecido da cadeira ao lado dele. O garoto parecia menor, encolhido, o corpo tenso como uma corda prestes a arrebentar. Luna manteve a mão sobre a dele, sem apertar, apenas oferecendo calor.
O som de vozes distantes crescia no hall. Não era um visitante qualquer.
A energia da casa mudou.
Elias virou a cabeça lentamente, como se estivesse ouvindo algo que os outros não ouviam — um eco do passado.
— Ei… — Luna murmurou. — Você está seguro. Eu prometo.
Ele piscou, mas s