Ninguém se moveu imediatamente.
O desenho ainda estava aberto sobre a mesa, como se tivesse peso próprio. Adrian continuava segurando o papel, os olhos fixos nas linhas simples demais para algo tão grave.
Três figuras.
Uma caída.
Duas de pé.
E uma delas nomeada.
Isabella.
— Isso não significa nada — ela disse, quebrando o silêncio com uma risada curta, nervosa demais para ser convincente. — É um desenho de criança. Uma brincadeira.
Elias não se encolheu. Não chorou. Não recuou.
Apenas levantou