Olívia chegou ao pequeno portão lateral de manutenção, quase escondido entre arbustos e muro de pedra.
As mãos tremiam tanto que mal conseguiu girar a trava. Na segunda tentativa, abriu. Olhou uma última vez para a mansão. Para a casa onde havia amado. Sofrido. Criado sonhos. Depois saiu. Fechou o portão sem ruído.
Do lado de fora, a rua estava vazia. Ela ajeitou a mochila nos ombros e começou a andar. Um quarteirão. Depois outro.
As pernas tremiam. O braço ardia pelo peso de Meredith. O medo