Olga sorriu com ternura, levando a mão ao braço de Olívia num gesto carinhoso.
— Vá, minha filha… — disse com doçura. — Não tenha pressa. Grávida acaba indo ao banheiro toda hora mesmo.
Ana riu baixinho, concordando com a cabeça.
— É verdade. — completou, afetuosa. — O corpo já começa a dar sinais.
Olívia lavava as mãos diante do enorme espelho, observando o próprio reflexo com um leve sorriso satisfeito, quando ouviu o clique da porta sendo fechada atrás de si.
Antes que pudesse se virar completamente, Liam já estava ali.
— Nem precisava ter vindo me buscar… — disse ela, divertida, secando as mãos. — Já acabei.
Liam se aproximou por trás, lento, o corpo firme colado ao dela. O olhar refletido no espelho era intenso, escuro, carregado de intenção.
— Alguém resolveu me provocar. — murmurou, a voz baixa, perigosa. — E isso… sempre tem consequências.
Ele deslizou as mãos pela cintura dela, erguendo o tecido do vestido deixando consciente do controle que ele exercia. Olívia riu, contida,