No impulso, cheio de raiva, saí do quarto. No corredor, me agachei, tomado por um mal-estar terrível. A cabeça girava, o peito apertava.
Uma enfermeira se aproximou, preocupada.
— Está se sentindo mal? — perguntou, com voz suave.
Neguei com a cabeça, incapaz de falar.
— Darian, está tudo bem? — Julian se aproximou, tocando levemente meu ombro.
Afastei a mão dele de forma brusca. A raiva me consumia por dentro. Cada revelação ainda martelava nos meus ouvidos.
— Calma, irmão — disse ele, tentando