HELOÍSA
Se não fosse pela Kitana, eu também nunca teria entrado aqui nesse dia e tão pouco ficaria sabendo sobre as flores e o cartão que Bernardo me enviou.
Contudo agora eu estava ali, no meio daquele corredor chique, com carpete que devia custar o valor de um carro popular, sentindo o sangue ferver dentro das minhas veias.
Eu ainda estava processando isso quando Luiz Fernando me encarando com a expressão dura, e os olhos escuros faiscando deu sua ordem.
— Vem comigo. Agora.
Eu ia responder,