SIDNEY
O silêncio dentro do carro era confortável, controlado, como eu gostava.
O ronco suave do motor quase não se fazia presente — tecnologia de ponta, isolamento acústico impecável. O mundo lá fora seguia em movimento, mas aqui dentro tudo obedecia ao meu ritmo.
Ao meu controle.
Ao meu comando.
Eu deslizei a mão lentamente pela barba, sentindo o leve atrito dos fios sob os dedos, enquanto um sorriso quase imperceptível curvava meus lábios.
A imagem de Kitana veio com força.
Os olhos faiscan