HELOÍSA
O final da tarde na mansão Bragança tinha uma tranquilidade quase irreal.
A luz dourada do sol se espalhava pelo jardim, iluminando os caminhos de pedra e as roseiras cuidadosamente podadas que cercavam o gramado. Uma brisa leve passava pelas árvores altas, fazendo as folhas se moverem em um sussurro suave.
Eu estava sentada em um dos bancos de ferro branco perto da fonte, respirando fundo e tentando aproveitar aquele momento de calma.
Desde que eu tinha voltado para casa, a rotina pare