LUIZ FERNANDO
Se alguém me dissesse, há alguns meses, que eu atravessaria a cidade às oito da manhã cantando Backstreet Boys dentro do meu próprio carro, eu teria demitido essa pessoa por delírio corporativo.
Mas lá estava eu.
“So tell me why…”
Eu bati os dedos no volante, acompanhando o ritmo, completamente fora do padrão executivo austero que a maioria das pessoas associava a mim.
E não me importava. Eu estava leve.
Ridiculamente leve.
Depois do café da manhã com Kitana — que passou dez minu