— Kai...
— Por favor. — Ele implorou, os lábios roçando os meus. — Só uma vez. E depois eu te deixo ir. Prometo. Só... me deixa te amar. Do jeito que sempre quis.
E então ele me beijou.
Não foi gentil. Não foi calculado como os beijos de Dorian.
Foi fome. Pura e desesperada.
Suas mãos seguraram meu rosto com força, me prendendo contra a parede enquanto sua boca devorava a minha. Dentes roçando meu lábio inferior.
Língua invadindo, explorando, dominando.
Gemi contra ele, e isso pareceu quebrar algo dentro de Kai.
Ele me prensou mais forte, o corpo quente e sólido contra o meu. As mãos desceram pelo meu pescoço, meus ombros, minha cintura — apertando, puxando, como se quisesse me fundir a ele.
— Ayla... — Meu nome saiu rouco, gutural. — Diz que sim. Por favor, porra, diz que sim.
Eu deveria ter dito não. Deveria ter parado.
Mas quando olhei nos olhos dele — selvagens, desesperados, destruídos — não consegui.
— Sim…
Foi tudo que ele precisou.
Kai me pegou no colo num movimento fluido, e