— Kai...
— Por favor. — Ele implorou, os lábios roçando os meus. — Só uma vez. E depois eu te deixo ir. Prometo. Só... me deixa te amar. Do jeito que sempre quis.
E então ele me beijou.
Não foi gentil. Não foi calculado como os beijos de Dorian.
Foi fome. Pura e desesperada.
Suas mãos seguraram meu rosto com força, me prendendo contra a parede enquanto sua boca devorava a minha. Dentes roçando meu lábio inferior.
Língua invadindo, explorando, dominando.
Gemi contra ele, e isso pareceu quebrar