Acordei numa cama que não era a minha.
Levei um segundo para reconhecer o teto da mansão Vael — alto, com moldura de estuque antigo. Havia uma janela à direita deixando passar luz de fim de manhã, e o barulho era o de uma casa com gente circulando em silêncio deliberado, o tipo que as pessoas fazem quando há alguém dormindo que precisava de descanso.
Me sentei devagar. O corpo reclamou com aquela dor surda de quem foi além do limite físico e o físico está cobrando a conta.
Elise estava sentada n