O mensageiro chegou numa quinta-feira de tarde clara.
Não havia drama na chegada. Não havia névoa, não havia presença ameaçadora, não havia nada que preparasse para o que era — apenas uma figura que surgiu na borda da clareira grande com a naturalidade de algo que havia caminhado muito e havia chegado onde pretendia chegar.
Era uma mulher. Ou tinha forma de mulher — havia algo na estrutura dela que era ligeiramente além do que os olhos processavam com facilidade, como tentar focar num ponto que