Um mês depois da morte de Kai, acordei e percebi que havia dormido a noite inteira pela primeira vez.
Não havia sonhado. Não havia acordado no meio da madrugada com o peito apertado. Não havia ficado duas horas olhando para o teto tentando decidir se valia a pena tentar dormir de novo. Simplesmente tinha fechado os olhos e aberto de manhã, e havia algo naquilo que era ao mesmo tempo alivio e culpa — aquele sentimento específico de quem melhora de uma coisa que ainda está em luto e não sabe ao ce