Ares
Irina não conseguia disfarçar. Mesmo tentando manter o controle, o corpo dela a traía a cada segundo. A tensão, o desconforto, a necessidade crescente… tudo estava estampado na forma como ela se movia, inquieta, incapaz de permanecer em silêncio. Aquilo, por si só, já era suficiente para me entreter.
Aproximei-me lentamente, observando cada reação, cada respiração mais pesada. Abri a gaveta ao lado da cama e retirei dois dispositivos, sem pressa, deixando que ela visse exatamente o que e