Ares
Irina estava radiante, e aquilo, por si só, já era suficiente para desestabilizar qualquer controle que eu achava que tinha. A barriga dela já estava grande, impossível de ignorar, marcando cada passo, cada movimento… e, ainda assim, ela conseguia ficar mais bonita a cada dia. Não era apenas beleza. Era presença. Era o peso do que ela carregava. Nosso filho. Apolo. O nome ainda ecoava na minha cabeça como algo definitivo, como se aquele menino já tivesse nascido destinado a ocupar espaço