Eu nunca cheguei ao hospital.
A três quarteirões de distância, um SUV preto me cortou. Eu freei duro—meu carro derrapando, pneus gritando.
"Que merda—" Eu comecei.
A porta do meu carro se abriu. Mãos me agarraram—fortes, impiedosas, arrastando-me para fora antes que eu pudesse gritar.
Saco na cabeça. Mundo ficou escuro.
Eu lutei—chutei, arranhei, tentei alcançar minha arma—mas havia muitos deles. Três, talvez quatro homens, todos profissionais.
Algo picou meu pescoço. Agulha.
"Não—" Minha voz s