Três dias.
Três dias movendo-se pela floresta como fantasmas, parando apenas quando absolutamente necessário, comendo o pouco que encontravam ou caçavam. O veículo tinha sido abandonado no segundo dia, quando o combustível acabou e o terreno ficou irregular demais para continuar.
Agora caminhavam.
Aria sentia cada músculo do corpo gritar. Os pés estavam cobertos de bolhas, as roupas rasgadas por galhos, o rosto sujo de terra e suor. Mas ela não reclamou. Não podia. Não quando via os híbrid