Virna
— Como você vai fazer para…
— Não e preocupe com isso. Eu dou o meu jeito.
— Ah… ok. Sobre o senhor Constantino, ele é um homem bem reservado. Severo às vezes. E, ele costuma ser bem exigente…
Enquanto Eva fala sobre o meu novo chefe, tento focar nos números. Passo após passo, até entrarmos dentro de um elevador. Isso me ajudará nas idas e vindas de casa para o trabalho. Do hall até os elevadores e assim por diante. As portas se abrem e eu consigo sentir a amplitude do ambiente ao meu redor, possivelmente bem iluminado, pois consigo sentir o calor do sol aquecendo a minha pele.
— Eu diria para não olhar em sua face… em momento nenhum, mas percebo que não preciso passar essa exigência pra você. — Seu comentário me deixa um tanto curiosa.
— Olhá-lo no rosto? O que há de errado em olhar para o rosto do senhor Constantino?
— Como eu disse, é uma exigência do nosso chefe. Fora isso, trabalhar aqui na Constantino é muito gratificante. Falo em termo de salário, planos de saúde, horas e