Mundo de ficçãoIniciar sessãoSorrio.
— É o nosso bebê, Chapeuzinho — A corrijo completamente desarmado e com um sussurro, colocando a minha mão sobre a sua.
Giovanna meneia a cabeça em um não.
— Não.
— Não?
— Nada mudou, Andreas. — Ela murmura, afastando a sua mão da minha. Esse ato me faz sufocar outra vez. — Esse bebê não terá um pai. — Engulo em seco. — Ele será somente meu.
Por favor, não! Suplico mentalmente.
— Eu ainda quero o divórcio.
Menei







