Mundo de ficçãoIniciar sessão— Miau.
O miado insistente, seguido de algumas lambidas úmidas no meu rosto, me arranca do sono em um sobressalto suave. Abro uma fresta dos olhos, ainda envolta pela preguiça da manhã, mas ao inspirar fundo, percebo que há algo diferente. Uma fragrância sutil. Quase imperceptível, estranha… porém, perigosamente familiar.
Franzo a testa e me sento no colchão, tentando compreender o espaço ao meu redor e me pergunto se alguém esteve aqui.
Droga, eu conheço esse perfume de algum lugar, mas de onde?
Panqueca se aninha no meu colo, ronronando como se fosse dono absoluto da minha atenção, e acabo sorrindo apesar da inquietação.
— Já sei… você está com fome.
Saio da cama com cuidado, levando-o comigo até a cozinha.
— O que vai ser hoje, senhor Panqueca? Peito de frango, s







