Mundo de ficçãoIniciar sessãoNa manhã seguinte, acordo com um peso morno e confortável sobre o meu peito. O ronronar baixo denuncia antes mesmo que eu o toque: Panqueca dormiu profundamente, enroscado no meu pescoço como se aquele fosse o lugar mais seguro do mundo. Sorrio, sem coragem de me mexer de imediato. O cheiro de pipoca amanteigada me lembra da noite passada. Eu. Um gato. Um balde de pipocas e um filme na Netflix.
Acabei apagando antes mesmo de chegar na metade da história.
Levanto-me com cuidado e o seguro, colocando-o sobre o colchão sem acordá-lo. Mas, ao tatear o colchão sinto alguns grãos espalhados.
— Oh droga! — resmungo quando percebo que há pipocas amanteigadas para todos os lados. Volto a tatear o colchão em busca do controle para desligar a televisão. — Nós fizemos uma grande bagunça, Panqueca.
Suspiro quando penso que não dá tempo de lidar co







