O SEMÁFORO DECIDE.
O SEMÁFORO DECIDE
O hospital não cheira a cura.
Cheira a pressa.
A desordem organizada dos corredores, o brilho branco demais das paredes, o som metálico da maca deslizando enquanto levam Davi para dentro.
Tudo isso invade Helena como um ataque.
Ela corre ao lado dos médicos, ofegante, cabelo despenteado, braços trêmulos.
— Ele estava muito quente. ela explica pela décima vez, a voz falhando no meio.
— Ele, ele parou de responder…
–Por favor, vê se ele tá respirando direito…
Os médicos não