Helena e a Casa Fantasma
A mansão sempre me pareceu silenciosa, mas naquela manhã o silêncio parecia mais profundo do que nunca.
Caminhando pelos corredores, sentia o eco dos meus próprios passos misturando-se com memórias invisíveis da casa:
Risadas que talvez tivessem existido, choros que com certeza foram engolidos pelo tempo, objetos deixados de lado como se o mundo tivesse parado ali dentro.
Segurando Lucca nos braços, senti o peso dele e, junto, a responsabilidade de cuidar de duas cria