Yana.
— Ai, meu Deus — exclamo, surpresa e desconcertada com a cena, e fecho a porta com rapidez, batendo sem querer.
— Nossa. — Passo a mão pelo pescoço, sentindo a veia dele pulsar. — Que indecente. — Murmuro, mas eu preciso apertar as pernas para impedir meu clitóris de continuar pulsando. Eu devo estar vermelha como um tomate maduro.
— Yana, aconteceu algo? — Ouço a voz de Brandon atrás de mim e pulo de susto.
— Que susto, senhor Brandon — digo, respirando com dificuldade. Ele me afeta dema