Yana
Assim que entramos, o peso dos olhares me esmagou. Sentia as pessoas me julgando — ou talvez fosse apenas a minha própria paranoia e insegurança gritando. Minhas roupas pareciam desalinhadas, meu cabelo estava bagunçado pelo puxão de Brandon e meus óculos insistiam em escorregar pelo nariz úmido de suor. A recepcionista, uma mulher com uma postura impecável e um uniforme perfeito, mediu-me com o olhar por um segundo interminável. O constrangimento me travou.
— Por favor... — sussurrei para