O porão está em silêncio há horas.
O relógio do meu telefone esfrega na minha cara que ele não voltou, que talvez tenha mesmo feito o que eu mandei, e procurado outra. E mesmo assim, meu corpo continua tenso, esperando.
Estou deitada de lado, com o lençol amassado sob o corpo e o coração tão acelerado que parece desespero.
Então, o som da porta de aço sendo aberta.
Prendo o ar por reflexo.
Samiel não acende a luz — o escuro é território perfeito para ele — só vai direto para o banheiro e eu ou