— Você tem um filho. — Draven conclui, sem emoção.
Seu rosto parece moldado em gesso, os músculos tão travados que eu não faço ideia do que se passa dentro dele.
E essa reação me deixa insegura de repente.
— Isso é um problema para você? — cruzo os braços no peito e levanto o queixo, atacando por me sentir acuada. — O que importa é que ele é um possível doador e precisa ser mantido em segurança.
Draven vira de costas para mim e toca a testa na porta.
— Quinze anos, Zara… — sua voz fica abafada